A levantadora de peso Hyo Sim-Choe (23 anos, 1,59m, 62kg) da categoria até 63 kg, conquistou, hoje, a segunda medalha para a Coreia do Norte. Ambas as medalhas foram de prata, ambas no levantamento de peso e em ambas o ouro ficou para a China, que era a favorita.
Os países capitalistas são controlados pelas transnacionais que controlam a mídia do país "invadido", quer seja pelas mensagens de suas propagandas, quer seja por ser o dinheiro de suas propagandas que sustenta a mídia, além, é claro, de controlarem a política, ou seja, os três poderes financiando a campanha eleitoral de políticos fantoches e, assim, a economia, também. Dessa forma, os países perderam completamente sua identidade cultural e passaram a ser reflexo desse pensamento único dessas transnacionais capitalistas.
Veja, no exemplo abaixo, essa cultura, a cultura de levar vantagem, de enganar o próximo em benefício próprio, enfim, a Lei de Gérson tratada como a coisa mais normal e natural do mundo. "Ah, é só uma brincadeirinha. O que que tem? Não tem nada de mais." Dirão os capitalistas mercenários. Conheça como surgiu a Lei de Gérson clicando aqui. Veja este outro vídeo exemplo, clicando aqui, e responda, ao final, o que acontecerá com a dona de casa (pobre) diante da situação que o rico a deixou.
No esporte, a globalização também está fazendo estragos irreparáveis. Exemplos: Mesa tenistas chineses, nascidos na China, criados na China, treinados na China, se naturalizam e passam a representarem outros países. [ 1 ]
Olimpíada do Rio 2.016.
Esquerda: norte americana / Direita: canadense.
O jamaicano Ben Johnson, velocista dos 100m rasos e medalha de ouro na Olimpíada de 1.988 quando foi pego no exame anti dopping, representou o Canadá. Será que o Canadá acolheria jamaicanos pobres, favelados, desempregados e sem estudo?
Acolhido por motivos humanitários ou por interesse?
Ridículo: A dupla brasileira de vôlei de praia Renato e Jorge só pisaram uma vez na Georgia para assinarem a naturalização e disputaram as Olimpíadas de Pequim representando aquele país, surreal. [ 1 ]
Outro exemplo são os atletas que, por falta de recursos, equipamentos e técnicos capacitados em seus países, mudam-se para outros países para treinar lá, mantendo a representação de seu país natal. Há, também, os técnicos "importados" para treinarem os atletas de outros países. O brasileiro Thiago Braz, por exemplo, medalha de ouro no salto com vara na Olimpíada Rio 2.016, foi treinado por, nada mais, nada menos, que o russo Vitaly Petrov, simplesmente, o técnico dos maiores atletas do salto com vara de todos os tempos: Serguei Bubka e Elena Isimbayeva. [ 1 ] Perceba que nenhuma dessas medalhas conquistadas representam esses países de fato, não são 100% caseiras, são globalizadas, não pertencem a nenhum país e, sim, à globalização. Deveriam disputar as competições sob a bandeira e o hino do COI, assim como acontece com os atletas refugiados. No caso dos naturalizados, o certo seria somente os natos representarem o país, por exemplo, os filhos dos atletas nascidos no país em que seus país se naturalizaram: nascidos, crescidos, educados e treinados no país natal. O cara quer mudar de nacionalidade? Não deveria nem poder. Agora, representar esse país em eventos esportivos, isso nunca, jamais. A única coisa que o COI exige é que o atleta tenha o mínimo de dois anos de naturalização, R-I-D-Í-C-U-L-O. É como o caso do político maranhense José Sarney que mudou seu domicilio eleitoral para o estado do Amapá, sem nunca ter, efetivamente, morado lá, para poder se eleger senador e tornou-se, por três mandatos, presidente do senado. P-I-A-D-A [ 1 ] A globalização enfraquece o poder de um país de ser forte e independente, acaba com o sentimento de nação, de nacionalismo, de amor à pátria e cria verdadeiros gafanhotos capitalistas que migram de um país para o outro em busca daqueles países que proporcionarão maiores lucros, vantagens, benefícios e mais oportunidades. Alguém acredita que os empresários norte americanos, assim como o Bill Gates e sua Microsoft, ficaram preocupado por gerarem desemprego nos EUA ao tirarem suas empresas de lá e levarem-nas para a China?
Olimpíadas e Copa do Mundo: escolha do país sede.
Numa primeira análise, um país só poderia candidatar-se a sediar um desses eventos se tivesse todos os estádios, ginásios, infra-estrutura, mobilidade, hospedagem e outras estruturas necessárias prontas e não fazer essas obras após ter sido escolhido, ou seja, somente poderiam se candidatar países ricos e sem problemas econômicos e sociais. A Suíça, por exemplo, nunca sediou uma olimpíada e países cheios de problemas para resolver querendo sediar esses eventos caríssimos. Numa segunda análise e, esta sim, humanitária e solidária, seria escolhido o país mais pobre do mundo (pelo PIB, por exemplo) e todos os países que quisessem participar do evento fariam uma vaquinha e dariam uma porcentagem de seus PIBs para formar um fundo que fosse suficiente para construir todas essas obras. A cada evento seguinte seria escolhido o 2º país mais pobre, depois o 3º e assim sucessivamente voltando ao país mais pobre quando necessário ou um país que acabara de sair de uma guerra devastadora como o Iraque, neste caso, equipes de segurança de vários países se deslocariam para aquele país para garantir a realização do evento. Se você achou essa ideia impossível de se por em prática e/ou ridícula é porque você sabe que o ser humano é, realmente, ridículo, assim como o regime capitalista que só pensa no individualismo.
Quadro de Medalhas
O quadro de medalhas sempre foi definido pelos seguintes critérios: em primeiro lugar o número de medalhas de ouro, em segundo, o de prata, seguido pelo de bronze e, finalmente, pelo total de medalhas conquistadas por cada país. Analise a seguinte situação abaixo:
# País Ouro Prata Bronze Total
1º País X 1 0 0 1
2º País Y 0 30 30 60
Percebe-se, claramente, nesse exemplo exagerado, apenas para efeito crítico, que esse critério é injusto, pois o país Y é muito mais completo e diversificado. Na Olimpíada de Pequim 2.008, a China terminou em primeiro lugar, então, a mídia norte americana inventou o critério de total de medalhas, assim, quem terminou em primeiro lugar foram os Estados Unidos. Analise a seguinte situação abaixo:
# País Ouro Prata Bronze Total
1º País X 0 0 30 30
2º País Y 29 0 0 29
Percebe-se, claramente, nesse exemplo exagerado, apenas para efeito crítico, que esse critério, também, é injusto, pois o país Y é muito mais eficiente. Então, qual seria o modelo ideal. Um modelo que unisse os dois critérios acima ao mesmo tempo, ou seja, o critério seria o total de medalhas com a compensação pelo peso da importância de cada uma: ouro teria peso 3, prata peso 2 e bronze peso 1. Ganhou 1 ouro, vale 3, ganhou 1 prata, vale 2 e 1 bronze vale 1. Exemplo:
# País Ouro Prata Bronze Total
1º País W 0 0 5 5
2º País X 0 1 2 4
3º País Y 1 0 0 3
4º País Z 0 1 1 3
O desempate entre o 3º e o 4º se daria pelas medalhas de ouro, se necessário, prata e, finalmente, bronze. Perceba que nos dois primeiros exemplos a justiça seria feita.
Chamam isso de esporte
Outro problema são os esportes violentos, que usam equipamentos criados para assassinar e/ou que não combinam com um evento pacífico, que celebra a paz, um evento de confraternização universal e humana, tais como: tiro, arco e flecha, esgrima, boxe, judo, taekwondo, luta livre e luta greco romana. O objetivo da criação das armas é matar, das lutas é machucar o adversário, as vezes, deixando sequelas irreversíveis e até a morte, é por isso que medidas têm que ser tomadas para evitar que isso aconteça, no boxe, por exemplo, as luvas e o capacete, além da presença do juiz para interferir nas lutas quando o risco à vida estiver eminente. Alguém diria que nos outros esportes as pessoas se machucam, ficam lesionadas e, até mesmo, morrem, como, por exemplo, no ciclismo, apesar de ser muito raro,mas o fato é que não é este o objetivo do esporte, ao contrário do boxe, por exemplo. Se um judoca que está com seu braço imobilizado pelo seu adversário não pedir para ele parar, o adversário dele quebra seu braço e nem, sequer, será processado por lesão corporal, pois faz parte do esporte. No ciclismo, por exemplo, os acidentes acontecem só no caso de uma fatalidade inesperada e não intencionalmente. Atletismo, badminton, basquete, hóquei sobre a grama, futebol, ginástica, handebol, nado sincronizado, natação, polo aquático, tênis de quadra e de mesa, triatlo e voleibol são esportes mais que suficientes para um belo evento de confraternização, além destes, há tantos outros que poderiam ser incluídos no lugar daqueles esportes violentos, tais como: frescobol, futevôlei e surfe, por exemplo. Curiosidade: o frescobol é um esporte maravilhoso de se assistir onde o objetivo não é derrotar o adversário e, sim, o entrosamento entre os integrantes da equipe, faria muito sucesso pois tem uma plástica perfeita para a televisão, porém, para um esporte chegar as Olimpíadas tem que ter muito lobe, corrupção [ 1 ] e, além de tudo isso, quebrar preconceitos e superar o poder adquirido pelos esportes dominantes. O que dizer, então, do hipismo, golfe e marcha atlética? Hipismo: Se pode hipismo (quem se exercita é o cavalo), pode, também, esportes a motor (quem se exercita são os cilindros do veículo), tais como: F1, motovelocidade, rally, etc. Alguém diria que o "atleta" termina a prova suado, isso se deve, principalmente, a tenção e a adrenalina da velocidade e da competição e, também, as vestimentas. Golfe: Algumas reações do corpo que caracterizam a prática de atividades esportivas são o suor, a pressão arterial e os batimentos cardíacos elevados, o que não é o caso do golfe. Se pode golfe, também pode xadrez, sinuca, boliche, dominó, damas, jogos de cartas e jogo da velha. Alguém diria que no golfe o atleta caminha bastante, poderia-se considerar caminhada um esporte, mas golfe, bater um taco numa bolinha, não. Conheça o hóquei sobre a grama e ficará claro para você. Por falar em caminhada, leia o próximo item. Marcha Atlética: ou caminhada rápida, se preferir. É um movimento forçado, contrário à natureza humana, tanto é que juízes têm que ficar atentos, observando todos os atletas, o tempo todo, vários espalhados por todo o percurso, para punir os espertinhos que tentam dar umas corridinhas, ridículo.
Multi-medalhistas
Outra controvérsia são os atletas multi-medalhistas como, por exemplo, o Michael Phelps da natação: 100m e 200m borboleta, 200m medley (4 estilos), 4x100 e 4x200m livre, 4x100 medley, que é considerado o maior medalhista olímpico de todos os tempos. Analisando essas provas das quais saíram as medalhas do nadador, pode-se notar que o atleta disputa a mesma prova, no caso os 200m, nos quatro estilos: borboleta, livre, costas e peito, o que acaba por haver várias possibilidades de ganhar múltiplas medalhas, inclusive nos 100m, também. No mundial de levantamento de peso, por exemplo, há premiação de medalhas para o arranco (levantar o peso direto acima da cabeça, sem intervalo), o arremesso (levantar o peso em dois tempos, até o ombro, descaçar, e, então, do ombro para acima da cabeça) e o total (soma do arranco e arremesso), porém, na Olimpíada, a medalha é dada somente para o peso total levantado. Outro exemplo é o tênis de mesa, há medalhas para o individual e o por equipes somente, não há medalhas para as duplas masculinas, femininas e nem para as duplas mistas. Isso faz com que a maioria dos multi-medalhistas acabem saindo da natação [ 1 ]. Por exemplo: os atletas do salto com vara, judo, levantamento de peso, triatlo, basquete, futebol, boxe e tantos outros jamais conseguirão bater o recorde do Michael Phelps porque só podem conquistar uma medalha por olimpíada. A japonesa Kaori Icho da luta livre é a única atleta a ganhar quatro medalhas de ouro: 2.016 Rio, 2.012 Londres, 2.008 Pequim e 2.004 Atenas, mas só são quatro, porém, o feito é maior que qualquer outro, agora, como curiosidade, imagina a discrepância entre a japonesa e o Michael Phelps quando o assunto é financeiro.
O Custo de uma Medalha.
Imagina o custo de se conquistar uma medalha no futebol masculino, Neymar Jr. e companhia. Imagina os 22 atletas da seleção brasileira de futebol e a comissão técnica: técnico, auxiliar técnico, massagista, médico, roupeiro, etc, alimentação, hospedagem, vestuário, transporte, etc. Agora, imagina o custo das três medalhas conquistadas pelo canoísta baiano Isaquias Queiroz dos Santos (duas de prata e uma de bronze) na Olimpíada do Rio 2.016, se tornou o brasileiro a conquistar mais medalhas em uma única Olimpíada. Para não alongar muito esse assunto, imagina academias gratuitas de judo, boxe, taekwondo, ginástica artística, quadras de tênis de campo, poliesportivas (handebol. basquete, vôlei), tênis de mesa, que são exemplos de esportes baratos ou relativamente baratos, construídas nas maiores favelas do país. Quantos talentos não seriam garimpados e, depois, levados aos grandes centros esportivos do país para serem lapidados? E mais importante que isso, é tirar a juventude deste país, abandonada pelo estado e pela sociedade, das drogas e dar lazer e qualidade de vida para ela não ficar ociosa.
Neymar Jr. e o ouro na Olimpíada do Rio: Todos torcendo pelo sucesso do inimigo.
Não tá fácil pra ninguém, né? O sonegador de impostos merece.
Afinal de contas, um trocado a mais é sempre bem vindo. [ 1 ]
O lado financeiro dos atletas
Será analisado neste artigo a carreira olímpica da judoca norte americana Ronda Rousey. Ela foi a atleta mais jovem dos Jogos Olímpicos de Atenas 2.004. No mesmo ano ela ganhou a medalha de ouro no Campeonato Mundial Júnior. Em 2.006, ela se tornou a primeira judoca norte americana a ganhar um evento da Copa do Mundo em 10 anos. No mesmo ano, ela conquistou a medalha de bronze no Campeonato Mundial Júnior tornando-se a primeira atleta norte americana a ganhar duas medalhas nesta competição, mulheres e homens. Ganhou ouro no Pan-americano do Rio 2.007 e o bronze na Olimpíada de Pequim em 2.008. Financeiramente falando, você saberia dizer do que serviu todas essas conquistas desta atleta vitoriosa? Nada. Após terminar sua carreira de judoca, ela teve que se virar. Entrou no MMA - Mixed Marcial Arts, Artes Marciais Mistas, e, então, conseguiu juntar uma grana legal. É bom relembrar que este exemplo é de uma atleta da maior potência econômica mundial, imagina a situação dos atletas brasileiros ou de países subdesenvolvidos de esportes sem acesso a grande mídia capitalista. [ 1 ]
Ronda Rousey
Por dinheiro, até chute na cara o ser humano aceita levar
ou, se preferir, traumatismos cranianos alerta a medicina esportiva. [ 12 ]
A mídia capitalista procura mostrar os atletas do topo da pirâmide e suas conquistas. A ralação e a frustração da grande maioria e as dificuldades financeiras pela qual passam esses atletas ficam perdidas no poder da lavagem cerebral da mídia capitalista.
Ouro, Prata e Bronze: os Estados Unidos podem.
Na prova do atletismo, os 100m com barreiras feminino, na Olimpíada do Rio 2.016, os EUA conquistaram o ouro, a prata e o bronze [ 1 ]. Na prova feminina do tiro com arco, a Coreia do Sul, que domina a modalidade, enviou três atletas e, apesar de conquistarem o ouro e o bronze, poderiam ter conquistado as três medalhas [ 1 ]. A China, que domina o tênis de mesa, não pode levar mais que dois atletas e só pode levar uma dupla e uma equipe para as Olimpíadas, o motivo é dar oportunidade aos outros países, se não houvesse essa regra, a China conquistaria as três medalhas. É importante dizer, também, que, no tênis de mesa, não há medalhas para as duplas masculinas e femininas e nem, sequer, há a disputa de duplas mistas, o que permitiria a China ganhar muito mais medalhas.
Esporte é Saúde
O mais importante é a prática SAUDÁVEL de atividades físicas e uma coisa é certa: o esporte profissional faz mal para o corpo e para a mente. Analise os exemplos abaixo: 1º patrocinadores: é como uma pirâmide, se o atleta está entre os melhores no seu esporte, tudo bem, é mais fácil de conseguir patrocinadores, que vão ficar no seu pé cobrando resultados e ameaçando de cortar o patrocínio. Se não tem patrocinador, tem que ralar sozinho e arrumar um emprego para se sustentar. Onde vai encontrar tranquilidade mental para treinar e evoluir? A mídia só mostra os atletas que estão no topo da pirâmide, ou seja, os vitoriosos, mas a maioria jamais conseguirá atingir o sucesso e viverão o resto da suas vidas na miséria e na frustração. Medalha de ouro é só para o primeiro. 2º técnico: é como se fosse o chefe num trabalho ordinário, cobrando, cobrando e cobrando diariamente metas a serem atingidas e resultados a serem conquistados. 3º horários: faça chuva ou faça sol, faça frio ou calor, é um trabalho ordinário, tem que levantar e ir treinar, quer esteja afim ou não. 4º estresse: algo que era um lazer, uma diversão, acaba, obviamente, virando rotina e as cobranças por metas e resultados, quer seja pelo próprio atleta cobrando dele mesmo, quer seja pelos patrocinadores e técnicos, acaba virando algo estressante, principalmente, quando todo o esforço não se traduz nos resultados esperados. 5º estafa muscular: o corpo está cansado de tanta musculação e treinamento, pedindo para parar, câimbras cobram o preço do esforço e você tem que continuar, a linha de chegada está se aproximando e o seu adversário está te ultrapassando e isso pode significar, inclusive, a perda do patrocinador e, consequentemente, de dinheiro para comprar o arroz e o feijão. Lembre-se, as contas do mês não estão fechando e o seu gerente do banco não para de te ligar pedindo para você cobrir a conta. 6º lesões: então vem o pior, tem que parar de competir e treinar por causa de lesões por esforço repetitivo, acidente ou incidente, torções, luxações, ligamentos, ter que esperar semanas, as vezes, meses para voltar a treinar.
Javier Gomez Noya - Espanha.
5 vezes campeão mundial e 3 vezes campeão da copa do mundo de triatlo.
Favorito a ganhar a medalha de ouro na Olimpíada do Rio 2.016.
Caiu da bike treinando um mês antes da prova, fraturou o braço e não participou. [ 1 ]
"É o momento mais duro da minha carreira"
7º cirurgias: nada é tão ruim que não possa piorar, o seu médico diz que você terá que passar por um procedimento cirúrgico e a recuperação pode levar mais de um ano. 8º doping: dai você, que está deitado na maca do hospital se recuperando da cirurgia, assiste na televisão que seu adversário, sim, aquele que te ultrapassou e ganhou o ouro, foi banido dos esportes porque usou doping. Provavelmente, você teria ganho aquela prova sem ter precisado expor o seu corpo acima dos limites.
Ao terminarem suas carreiras esportivas, a grande maioria dos atletas profissionais ficam sedentários e engordam (Ricardo Prado, ex-nadador brasileiro e ex-recordista mundial, teve um ataque do coração AOS 38 ANOS e foi submetido a uma cirurgia cardíaca para implantar três mamárias e duas safenas. Ronaldo fenômeno engordou rapidamente e nem quer ver a cor da bola, só do garfo e do copo), não querem nunca mais praticar suas atividades esportivas, tamanho o estresse que o esporte representou na vida deles.
Superação.
O sucesso não ocorre por acaso. Lute pelos seus sonhos. Só os melhores vencem. Sem sofrimento, dor e luta, não há ganho. Não há lugar para perdedores. Dê 110% de você. Ultrapasse seus limites. Venha para o time dos vencedores. Só os fortes sobrevivem.
Nunca desista.
Dê tudo de si.
Essa é a cultura capitalista. Veja se você consegue ver, na foto acima, uma idiota colocando sua saúde e sua vida em risco (lesão, estafa muscular ou ataque cardíaco fulminante, por exemplo) e os médicos imbecis deixando a idiota prosseguir até a chegada. Essa imagem é sempre mostrada a cada Olimpíada. Superação, dizem os responsáveis pela lavagem cerebral. Superação é o caralho, filhos das putas. O seu corpo pedindo para parar e você insistindo numa besteira pra, absolutamente, nada. O que ela ganhou com isso, NADA. A vida é muito mais importante que superação. O sentido da vida é vive-la com alegria, felicidade e diversão e não ficar ultrapassando limites, colocando em risco sua saúde e sua qualidade de vida. Se você estiver se sentindo bem e sentir que é possível aumentar o ritmo, ótimo, porém, se o seu corpo começar a reclamar (estresse no trabalho ou câimbra no esporte) é só diminuir o ritmo e, se mesmo assim não melhorar, é só parar, qual é o problema nisso? Orgulho, vaidade? Deixa isso para os idiotas.
Atleta francês favorito na marcha atlética na Olimpíada do Rio 2.016.
Sofreu com problemas intestinais quando liderava, com folga, a competição.
Cagou nas pernas, desmaiou e completou a prova em 8º. Parabéns para ele. [ 1 ]
Auto Flagelamento para melhorar a Performance
Sentar em objetos pontiagudos, martelada nos pés para quebrar um dos dedos e estrangulamento dos testículos. S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Para-atletas com problemas medulares (paralisia) não atingem um batimento cardíaco desejável para melhorar sua performance, então, o que eles fazem para que o batimento suba? Numa pesquisa realizada na Paraolimpíada de Pequim, 16,7% disseram, voluntariamente, que usam esses métodos. Certamente, muitos omitiram que também fazem o "boosting" (estímulo) nome em inglês deste auto flagelamento. Como eles não tem sensações abaixo da cintura, eles não sentem a dor desses atos. Ah tá, então tudo bem. Quando você acha que já viu de tudo nessa vida ... [ 1 ]
Esporte de Alta Performance
Esportes de alta performance é isso: colocar a saúde em risco, quer seja por vaidade, quer seja por dinheiro. Não há nada melhor do que ficar em casa, no conforto do seu sofáassistindo esses trouxas se matando e, depois, sair com sua família para caminhar no parque e fazer um piquenique ou pedalar com os amigos ou calçar um tênis e correr sozinho com seu fone de ouvido escutando uma música legal.
160 km em 30 horas
Pra que? Para nada. NADA! Absolutamente, NADA!!! Isso não é saudável, isso não é divertido, isso não é prazeroso, isso não é lazer. Isso é desgaste, estresse mental e muscular e isso é um perigo à saúde. E o que é pior, o corpo implorando para parar e os idiotas forçando o "véi" a continuar.
"O importante não é vencer, mas competir. E com dignidade." Lema Olímpico [ 1 ]
O lema olímpico não existe nos jogos olímpicos, ao contrário do que queria o criador dos jogos ao pronuncia-lo. O lema existe na prática dos esportes pelas pessoas comuns no seu dia a dia. Esporte saudável é aquele praticado no dia que você quiser, na intensidade que você quiser, no horário que você quiser, quantas vezes você quiser, sem ninguém te enchendo o saco. Nos dias que você acordar com preguiça, fique dormindo até mais tarde, simplesmente, pelo puro prazer de cuidar de você e de sua saúde e, se tudo der certo, ter uma velhice saudável praticando o esporte que você tanto gosta.