Liberdade de Expressão.

Eu discordo do que você diz, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo. [ 1 ]
Voltaire, filósofo francês.

Existe liberdade de expressão nos países capitalistas? Essa turma dos “SEM” a seguir: sem teto, sem terra, sem emprego, sem salário digno, sem qualidade de vida, sem alimento, sem dignidade, sem nada, pergunto: eles têm liberdade de expressão?

ATENÇÃO: liberdade de expressão NÃO É, repito, NÃO É você ficar no bar com os amigos, num blog na internet, na rua, no semáforo distribuindo panfletos e gritando num megafone suas idéias, reivindicações e pensamentos.


Liberdade de Expressão somente para a burguesia.

LIBERDADE DE EXPRESSÃO É VOCÊ FALAR NA TELEVISÃO, NAQUELA EMISSORA DE MAIOR AUDIÊNCIA E NO HORÁRIO NOBRE. Se você não entender isso é porque você não entende a mecânica do poder de persuasão da mídia sobre as massas. Tem que ser debate com o mesmo tempo de duração, para ambas as partes e sem edição. Não aqueles debates políticos entre um candidato dos donos do capital contra outro candidato dos donos do capital e, sim, debate entre os SEM e os COM, entre os pobres e os ricos, entre os explorados e os exploradores, entre o empregado e o patrão e sem ameaça de demissão depois.


Censura: sem direito a Liberdade de Expressão.

Isso nunca existiu nem nunca vai existir, portanto, não há liberdade de expressão no capitalismo. O que há é a ditadura do capital que compra as emissoras e seus jornalistas fantoches. Quem é o dono da emissora? O empregado ou o patrão, o SEM ou o COM? Quem põe comida na mesa do dono da emissora? Os comerciais. Quem vincula comerciais nas emissoras? Banqueiros e empresários. Portanto, quem as emissoras vão defender? Os SEM ou os COM? O capitalismo que dá a eles o enriquecimento ilícito ou o comunismo que vai tirar deles o poder ditatorial de controle de massas?


A censura no sistema capitalista é incrivelmente e profissionalmente bem elaborada, sutil e difícil de ser vista, percebida e compreendida. Os meios de comunicação, que são controlados pela burguesia, filtram as informações que chegam ao povo, através dos pensamentos e dos interesses dos burgueses, ou seja, não há nem como provar que a censura existe, quanto mais incriminar, porque ela não é palpável, tangível e, sim, ideológica, um pensamento único, o pensamento burguês. A única prova de sua existência, e que não é aceita juridicamente, é que não há canais de televisão dos sem terra, dos sem teto, dos sem emprego, dos sem salário justo, dos sem dignidade, dos sindicatos dos trabalhadores, das comunidades de bairros carentes, de tal forma, que estes excluídos, estes sem voz, são, inclusive, menosprezados, ridicularizados e ignorados pela sociedade, justamente porque os meios de comunicação assim o querem, manipulando as informações que chegam ao povo para que eles interpretem da maneira que o burguês quer. E, mesmo se houvesse canais para esses excluídos, o poder de persuasão da mídia burguesa, que usa de artifícios alienantes como: sexo, violência, drogas, intrigas conjugais, familiares e entre pessoas, consumismo e programas de entretenimentos que mais parecem aberrações psicodélicas, faz as massas populares escravas dos interesses da burguesia. Leia sobre os meios de manipulação da mídia capitalista clicando aqui.


Primeira Lei do Jornalismo - IMPARCIALIDADE

O jornalismo deve, ao apresentar uma matéria, ser imparcial, ou seja, tomar todo o cuidado para não tendenciar a pessoa, que recebe a informação, a interpreta-la de uma forma ou de outra, sujeitando a pessoa a seguir os interesses particulares daquela mídia. No máximo, apresentar, COM O MESMO TEMPO OU ESPAÇO, opinião de terceiros, não pertencentes ao quadro de funcionários e colaboradores do jornal, a favor ou contrária ao que está sendo abordado. Isso não existe, nunca existiu e nunca existirá na mídia capitalista burguesa. Portanto, vivemos na ditadura da burguesia.


Crime Ideológico contra a imparcialidade, a ética, o jornalismo e o povo brasileiro.


Ninguém foi multado ou preso nem, sequer,
foi dado o direito ao contraditório, aos outros candidatos, com o mesmo espaço.


Analise o conluio entre a mídia burguesa e seu fantoche para banalizar um crime.



Analisemos esses exemplos: Casamento Gay, Pena de Morte, Cotas Raciais, Política Econômica, Legalização das Drogas. O jornalismo ÉTICO e IMPARCIAL deve apresentar a informação, através de dados concretos, SEM USA-LOS OU DEIXA-LOS DE USA-LOS DE FORMA TENDENCIOSA, e, depois, chamar uma pessoa para defender e outra para criticar o que está sendo exposto. É claro que tem que ser pessoas de notório e renomado conhecimento no assunto.


Réu Confesso

Agora que já está claro o que é IMPARCIALIDADE, veja como a mídia burguesa, na maior cara de pau, brinca com a ignorância do povo, assistindo a prova do crime abaixo. O que a Folha pensa não interessa, se restrinja a informar os dois lados e deixe que o povo construa sua opinião.


É óbvio que a Folha irá alegar que deixa pessoas com opiniões contrárias ao do jornal se manifestarem também, só que lá no rodapé do jornal e em letras minúsculas, é claro. Porém, na capa, em letras garrafais, e no corpo principal da matéria, em letras graúdas, eles são parciais, criminosos do verdadeiro jornalismo ético e imparcial.


Quando é do interesse da grande mídia burguesa,
Eles manipulam o povo para um determinado caminho.


Jovens da Classe Média manipulados pela mídia burguesa.


Agora, quando não é do interesse da grande mídia burguesa, eles manipulam o povo para um outro determinado caminho. Fazem o povo de "gado de manobra", jogando-os para onde os interesses burgueses querem.

Jovens da Classe Média ridicularizados pela mídia burguesa.


Agora, quando o tiro sai pela culatra, o melhor a fazer é recuar.



Quando eles lavam roupa suja ao vivo, é uma delícia, pois a verdade aparece.



Abaixo a ditadura: fim do poder da Globo, fim do poder da família Marinho.



Um país não pode ser refém de uma família.
Fim da concessão deste canal e transferência desta concessão para o povo.

Um comentário:

  1. Máfias familiares. O mundo é refém de algumas dúzias de famílias.

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