sábado, 10 de setembro de 2016

Ouro para "Herói" de Guerra norte americano.

Um soldado das forças armadas mais assassinas e terroristas do mundo, os Estados Unidos, saiu de seu país para ir no outro lado do mundo, o Afeganistão, servir naquela guerra e quase morreu. Brad Snyder ficou cego e, hoje, ele ganhou a medalha de ouro, na natação, na Paraolimpíada do Rio. Ao receber a medalha ele cantou, com orgulho e emoção, o hino de seu país. [ 1 ]



Pois é pessoal. E aí? Como fica ver e interpretar uma situação dessas? Alguém responderia: clemência. O que será que os parentes das vítimas fatais e deficientes, do Afeganistão, responderiam? Durante a prova e a cerimônia de premiação, o narrador e os comentaristas, além dos apresentadores nos programas de auditório do SporTV chamaram, por várias vezes, Brad Snyder de "herói de guerra". [ 1 2 ] S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L.


Os verdadeiros heróis do povo são: Messi, Cristiano Ronaldo e Neymar Jr.

Herói não seria um bombeiro que salva pessoas de morrerem carbonizadas num incêndio, alguém que descobre a cura de uma doença fatal ou um guarda vidas que socorre uma criança se afogando? Tem gente que chama de herói o jogador de futebol Neymar Jr., o sonegador de impostos, dinheiro roubado do povo brasileiro que iria, por exemplo, para os hospitais salvar vidas e vai para o iate dele, portanto, roubo e assassinato. Veja os "heróis" Messi e Cristiano Ronaldo nos linques a seguir [ 1 2 3 4 ]. E-X-T-R-A-O-R-D-I-N-Á-R-I-O.

Quanto porcento desses bens são dinheiro roubado do povo.

Arrogância e prepotência com a cara da América: os melhores do mundo, é claro.

Garoto ajudava seu pai na lavoura no Afeganistão.
Soldados norte americanos assassinaram o garoto por puro prazer e diversão. [ 1 ]





Na Paraolimpíada do Rio, de todos os países, os Estados Unidos é o país com mais para-atletas vítimas de guerras quando serviam como soldados, isso é óbvio, guerras do Iraque e do Afeganistão. São 10 para-atletas, entre eles a trouxa Melissa Stockwell, bronze no triatlo. [ 1 ]


Perceba que ela só tem a agradecer pelas coisas que seu país lhe proporcionou.
Ridícula!

Veja os diversos Crimes de Guerra, Crimes contra os Direitos Humanos e Crimes Contra a Humanidade cometidos pelos Estados Unidos, o país mais assassino e terrorista que a humanidade já conheceu, clicando aqui.


Mais dois exemplos na Paraolimpíada do Rio

Joe Townsend e Michael Yule, ambos do Reino Unido, parceiro dos Estados Unidos em qualquer guerra ao redor do mundo, perderam suas duas pernas na guerra do Afeganistão. [ 1 2 ]



Bastava dizer: "Não vou". Simples assim, SIM! Foi porque quis. Alguém diria: se não for vai preso. Pode prender, qual o problema nisso? Você prefere ficar preso na cadeia por idealismo ou preso a uma cadeira de rodas por idiotismo?

"Os precursores de um mundo sem guerra
são os jovens que recusam o serviço militar."
Albert Einstein [ 1 ]
"Eu quero você nas Forças Armadas dos Estados Unidos.
Posto de Recrutamento mais Próximo."

Outro detalhe: a esmagadora maioria se alista, VOLUNTARIAMENTE, nas forças armadas mais assassinas do mundo, por puro interesse financeiro, estabilidade no emprego (que não existe no mercado norte americano), convênio médico, comida na faixa, etc e, depois, se fode numa guerra do outro lado do mundo e num país estranho, sem nem saber o real motivo de ter ido lá: interesse de domínio geopolítico, econômico e militar, enganado achando que foi enviado para "ajudar" aquele país.

Militar Terrorista Norte Americano

War on Terror ou, simplesmente, Guerra contra o Terror, foi o nome dado pelos Estados Unidos na sua luta contra o terrorismo a partir dos atentados de 11 de setembro. Um imbecil militar norte americano assassinou 16 pessoas afegãs por diversão, sendo 3 mulheres e 9 crianças. Ele arrombou a porta de uma das casas e atirou aleatoriamente nas vítimas que estavam dormindo, ele ria muito, disse um dos 6 sobreviventes que, apesar de gravemente ferido, se fingiu de morto. Antes de sair, o imbecil tacou fogo e foi para outras duas casas dar continuidade à carnificina. [ 1 ]

Familiares choram a perda de seus entes queridos.
Contra os Estados Unidos, a maior potência militar do mundo,
só há uma forma de se fazer justiça ...


Divertida Emboscada

Tá tedioso, sem graça e sem emoção aqui no Afeganistão? Que tal fazer uma emboscada para passar o tempo e abater alguns otários que passarem por aqui? Agente coloca uma arma nos otários e diz que eles estavam armados. Quem vai provar que sim ou não? É a nossa palavra contra a dos dois otários. Será que os dois otários vão conseguir falar alguma coisa com tantos tiros pelo corpo? [ 1 ]

Jogos Paralímpicos: Atleta pediu a Eutanásia.

A para-atleta e ex para-triatleta belga Marieke Vervoot (ouro nos 100m e prata nos 200m e 400m, na corrida de cadeira de rodas, categoria T52, nos Jogos Paralímpicos de Londres 2.012, prata nos 400m, nos Jogos Paralímpicos do Rio 2.016, na mesma prova, campeã mundial nos 200m, no Qatar, na mesma prova e duas vezes campeã de para-triatlo, além de ter disputado provas de Para-IronMan) assinou, em 2.008, sua eutanásia (na Bélgica a eutanásia é permitida), pois ela sofre muito com fortes dores e desmaios diários, além de, muitas vezes, não conseguir dormir por mais de 10 minutos, tudo isso por causa de sua doença degenerativa que a impediu de continuar competindo em provas de para-triatlo, quando ela passou a competir em provas de corridas de cadeira de rodas. O processo já foi autorizado na Bélgica e fica a critério dela decidir quando realiza-lo. [ 1 2 3 4 ]

"Todo mundo me vê com a medalha de ouro,
mas ninguém vê o lado obscuro"
Marieke Vervoot

A mídia capitalista, devido aos interesses comerciais e financeiros, procura mostrar somente os atletas de sucesso, do topo da pirâmide, vencedores, medalhistas e campeões e evita mostrar os problemas e as dificuldades que eles e os demais atletas passam: falta de patrocínio, dificuldades financeiras para se manterem e treinarem sem se preocuparem com dinheiro, terem que trabalhar para se sustentarem e, as vezes, sustentarem suas famílias. O que dizer, então, dos para-atletas e seus sofrimentos agravados pelas dificuldades de suas limitações? Isso sem falar nos deficientes, cidadãos comuns do dia-a-dia. Reflita: imagina você não poder limpar sua própria bunda e/ou ver sua própria vida inviável sem a ajuda diária de alguém ao seu lado. Da forma como a mídia mostra, passa a impressão de que a vida deles é só alegria ou que não há dificuldades e, sim, superações.

Olha. Que legal. É fibra de carbono. Hi-Tech.
Quem não gostaria de ter uma perna dessa também?
E as fortes dores e assaduras provocadas
entre o contato e o impacto da prótese com a pele.


Nada é tão ruim que não possa piorar.


Outro problema para esses para-atletas é que eles estão se expondo aos mesmos riscos dos atletas olímpicos, dos atletas profissionais, ou seja: estresse muscular e lesões por esforço repetitivo, lesões graves por acidentes na prática esportiva ou durante os treinos, enfim, problemas que irão agravar ainda mais sua qualidade de vida já comprometida pela deficiência, desnecessariamente, sem falar quando atingirem a velhice, onde a situação se agravará, se tornará mais crônica. Imagina um para-atleta que não tenha as pernas, somente os braços, e faz natação, corrida em cadeiras de rodas ou halterofilismo, só para citar alguns exemplos e, por causa da sobrecarga dos treinamentos, musculação, etc, surgem lesões musculares ou inflamação dos ligamentos e/ou tendões que passam a comprometer o movimento de seus braços para sempre, um acidente entre cadeirantes que se chocam na prova de ciclismo de estrada comprometendo, para sempre, o movimento de seus braços, etc. Um para-atleta iraniano morreu ao cair de sua bicicleta durante a prova de estrada na Paraolimpíada do Rio, "menos mal", imagina se tivesse ficado paraplégico, tetraplégico ou anos em coma dando mais trabalho ainda à sua família do que já dava, obviamente que, se ele praticasse apenas por lazer, saúde e qualidade de vida ele não pedalaria assumindo riscos de morte desnecessariamente, se tiver bom senso, é claro [ 1 ]. O esporte profissional, também chamado de alto desempenho, não é saudável, muito pelo contrário, imagina o desgaste muscular e a sobrecarga nos braços dessa atleta belga cadeirante acima citada no começo desta matéria. Essas pessoas já dão trabalho demais para seus familiares e aumentar a probabilidade de a situação se agravar, desnecessariamente, é, realmente, não pensar nos outros, pois irão comprometer ainda mais suas vidas e a de seus parentes. Leia mais detalhes no título "Esporte é Saúde", na matéria "Olimpíadas: controvérsia e Capitalismo", clicando aqui. Fazer esporte para ter uma boa saúde é uma coisa, esporte profissional é outra totalmente diferente.

Totalmente livre, feliz e independente


Veja o vídeo abaixo. É um exemplo do uso de edição de imagens para vender uma mentira, a idéia de uma vida totalmente independente. Aliás, ninguém pior que o capitalismo na arte de vender mentiras, clique aqui.


Isso é crime ideológico. O cidadão, que por sinal faz muito sucesso, ou seja, ganha muita grana com suas palestras e livros motivacionais e de auto ajuda, tem, por traz das câmaras, uma equipe gigantesca viabilizando tudo isso. Sem essas pessoas, ele não duraria um dia sequer. Imagina um motoboy acidentado e tetraplégico, babando pela boca, na favela, dando o maior trabalho para sua mãe (leia sobre escaras clicando aqui), que não tem condições financeiras e precisa trabalhar, e ela assistindo a esse vídeo acima do figura.


Moribundo, penando e agonizando

Assista ao vídeo abaixo da competição de tênis de mesa na paraolimpíada do Rio 2.016 entre os atletas da Alemanha e Egito.



É surpreendente o desejo de viver dessas pessoas. Óbvio que não é isto que está em discussão aqui. A questão é qualidade de vida dessas pessoas durante todo o restante de suas vidas. É preciso um acompanhamento médico frequente (tomografia e ressonância, por exemplo) com relação à sobrecarga no pescoço e na coluna do atleta egípcio e na perna do atleta alemão para que não surja (ou agrave, no caso da perna do alemão) qualquer problema nessas regiões que prejudiquem, ainda mais, a qualidade de vida deles. É tudo incrível na tela da TV, mas todo cuidado é pouco. Morrer é uma coisa, ficar moribundo, penando e dando trabalho para os outros é outra coisa totalmente diferente.


Auto Flagelamento para melhorar a Performance

Sentar em objetos pontiagudos, martelada nos pés para quebrar um dos dedos e estrangulamento dos testículos. S-E-N-S-A-C-I-O-N-A-L. Para-atletas com problemas medulares (paralisia) não atingem um batimento cardíaco desejável para melhorar sua performance, então, o que eles fazem para que o batimento suba? Numa pesquisa realizada na Paraolimpíada de Pequim, 16,7% disseram, voluntariamente, que usam esses métodos. Certamente, muitos omitiram que também fazem o "boosting" (estímulo) nome em inglês deste auto flagelamento. Como eles não tem sensações abaixo da cintura, eles não sentem a dor desses atos. Ah tá, então tudo bem. Quando você acha que já viu de tudo nessa vida ... [ 1 ]


Qualidade de Vida

Tão importante quanto melhorar a qualidade de vida dessas pessoas, principalmente, aquelas sem condições financeiras, é a sociedade mostrar, investir e criar formas de evitar que elas cheguem a ficar nessas situações, exemplos:

● Uma pessoa que ficou deficiente porque causou ou foi vítima de um acidente de carro, é proibir a fabricação de carros velozes, diminuir a quantidade de carros nas ruas aumentando as opções de transportes públicos, proibir pessoas pegas em alta velocidade ou embriagadas de dirigirem novamente, é como deixa-las "deficientes" (impossibilitando-as de dirigirem) antes que elas fiquem ou deixem alguém deficiente. Exemplo: 1/3 dos para-atletas são vítimas de acidentes de carro. [ 1 ]

● Doenças que causam deficiências: investir na sua cura ou tratamento ou, simplesmente, fazer com que medicamentos que já existam cheguem a todos de forma que a pessoa não fique deficiente por desinteresse financeiro do capitalismo. Exemplo: muitos atletas são vítimas da poliomielite. [ 1 2 ]

● Saneamento básico para todos e não só para a elite capitalista, evitando, assim, que os pobres fiquem deficientes por doenças consequentes disto.

Infelizmente, a vida, a sociedade e o capitalismo são muito injustos e cruéis com o ser humano, principalmente, com aquele que se encontra numa situação de inferioridade, quer seja financeiramente, quer seja fisicamente e, como, no capitalismo principalmente, nada é tão ruim que não possa piorar, a situação fica pior ainda quando essas dificuldades são agravadas por situações inesperadas, exemplos:

● Favelas desapropriadas pelas autoridades deixando os moradores sem uma outra opção;
● Favelas em áreas de risco destruídas por um incêndio ou deslizamento de terra;
● Doenças adquiridas por falta de saneamento básico e que causam deficiências;
● Falta de investimento em mobilidade;
● Deficientes que têm suas dificuldades do dia-a-dia e sua deficiência agravada por falta de medicamentos e equipamentos ou de dinheiro para comprarem esses medicamentos e equipamentos que aliviariam seus sofrimentos;
● Doenças degenerativas onde a qualidade de vida da pessoa vai piorando ao poucos como a desta atleta.

Enfim, a sociedade precisa acabar de uma vez por todas com esse sistema maldito onde o objetivo é o lucro, o capital, onde o deficiente que tiver dinheiro vive mais e melhor do que o que não tem, e ir em direção ao comunismo, onde o objetivo é o comum, o bem comum compartilhado entre todos.


Eutanásia, Infanticídio, Canibalismo e Deficiência

Na cultura indígena, os que nascem deficientes ou que se tornam deficientes ao longo da vida por algum motivo, são sacrificados, assim como, são sacrificados os animais (cachorro, gato, cavalo, etc) na sociedade dita moderna. Obviamente que essa cultura indígena visa não comprometer a própria existência de sua sociedade, pois as dificuldades naturais para sobreviver, encontrar alimentos e sustentar todos os integrantes necessita da cooperação de todos, qualquer coisa ou situação que ponha em risco ou dificulte essa sobrevivência deve ser eliminada, além de não terem medicamentos e nem equipamentos para viabilizar a própria existência dos deficientes.

Assista ao vídeo abaixo, vá direto aos 2:27, onde Richard Dawkins, professor emérito da Universidade de Oxford, Inglaterra, disserta, com muita propriedade, sobre a eutanásia.



Curiosidade: outra prática indígena é o canibalismo. Ao derrotarem e aprisionarem um inimigo, eles o comem, pois acreditam que, assim, eles adquirem a força e a inteligencia dele.

É fundamental dizer aqui, principalmente para os hipócritas de plantão, que os índios não matam por diversão, hobby, prazer ou para lucrarem, como fazem os Estados Unidos e suas forças armadas mais assassinas e terroristas que a humanidade já viu, veja as barbáries cometidas por esse país criminoso clicando aqui.

Fonte: 1 2 3 4 5