A Coreia do Norte é, atualmente, o único país comunista no mundo todo. Obviamente, é um país muito cobiçado pelas transnacionais, pois tem toda a infraestrutura pronta: empresas com salas de aula, bibliotecas, creche, berçário, refeitório, academia entre outros benefícios para os trabalhadores; excelentes rodovias, portos e aeroportos para escoar a produção; universidades gratuitas; educação, saúde, lazer e transporte gratuitos, enfim, tudo que uma transnacional deseja, pois está tudo pronto, além do fato de ser um povo disciplinado, qualificado e trabalhador por causa, principalmente, da unidade nacional do povo e de sua bela cultura imaculada.
Sendo assim, há muita pressão externa para derrubar o regime e, assim, conseguirem invadir o país, principalmente por parte do "carro chefe" do capitalismo, os Estados Unidos, que é um país fantoche controlado pela burguesia, suas transnacionais e sua indústria bélica que "obrigam" o seu presidente (que teve sua campanha eleitoral caríssima financiada pela burguesia [ 1 ]) a usar as forças armadas americanas, quando necessário, para controlar o mundo todo, como aconteceu com o petróleo do Iraque, uma verdadeira estratégia de guerra.
"Nos conselhos do governo, temos que nos proteger contra a aquisição de influência injustificada, seja procurada ou não, pela indústria bélico-militar. O potencial para a ascensão desastrosa de um poder mal existe e vai persistir. Nunca devemos permitir que o peso dessa combinação ponha em perigo nossas liberdades ou processos democráticos. Não devemos ter nada como garantido. Só uma cidadania alerta e experiente pode obrigar o entrosamento apropriado da poderosa indústria bélico-militar com os nossos métodos e metas pacíficos, de modo que a segurança e a liberdade possam prosperar juntas." Dwight D. Eisenhower, presidente dos EUA entre 20/01/53 a 20/01/61. Mensagem de despedida do cargo, em 17/01/1961, ao povo americano. (parágrafo 15 [ 1 ]) Veja a matéria "Estados Unidos: Crimes contra a Humanidade" clicando aqui.
Dwight D. Eisenhower
Por outro lado, há muita pressão interna, também. Como aconteceu na União Soviética, onde o então presidente, Mikhail Gorbachev, "abriu as portas" para a derrubada do regime. Há muito interesse por parte de pessoas gananciosas em derrubar o regime, haja vista, estarem numa posição hierárquica privilegiada que os levará, certamente, a enriquecerem com a ascensão do capitalismo e, assim, levarem uma vida de burguês, desfrutando das regalias, privilégios e dos bens supérfluos que só o regime capitaslita propicia.
A Coreia do Norte descobriu, mês passado, um traidor que estava tramando a derrubada do regime comunista do país. Trata-se de Jang Song Taek, Vice-Primeiro Ministro da Comissão de Defesa Nacional do País e tio do presidente do país Kim Jong Un. Ele ocupava este posto pois era um homem de confiança dos presidentes anteriores. Como o país está em "estado de guerra" com a Coreia do Sul, na verdade, com os Estados Unidos, a pena de morte está vigente, principalmente, para o crime de traição contra o país. Vale lembrar que a pena de morte está na constituição do Brasil para ser aplicada quando o país estiver em guerra [ 1 ]. Jang Song Taek foi executado em 12/12/2.013. Seria como um comunista infiltrado na CIA tramar a derrubada do presidente Barack Obama e do regime capitalista. Basta ver o que aconteceu com John Kennedy só porque ele estava negociando a paz com a União Soviética e o fim da Guerra no Vietnã. (Veja detalhes do assassinato de JFK no item "Nobel da Paz" clicando aqui) [ 1 ].
Jang Song Taek instantes após a proclamação da sentença.



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