Assista a esse impressionante vídeo do Hospital Infantil Okryu na capital Pyongyang, na Coréia do Norte.
Algumas dúvidas podem surgir naqueles que não entendem de economia e nem de comunismo, como por exemplo:
● O que motiva o povo a trabalhar? Se a pessoa trabalhar, ela passa a ter direito a um lar, saúde, educação, alimento, vestuário, transporte, lazer, entre outros, tudo na faixa. Agora, se não quiser trabalhar, ela vai presa, em cadeias de trabalho forçado e se, mesmo assim, ela não quiser trabalhar, ela não ganha benefícios dados aos que apresentam bom comportamento, além de agravar sua pena.
● O trabalhador recebe salário? Sim, de fato, se comparado com o salário mínimo brasileiro (7ª maior economia do mundo), que é muito pouco, o dos norte coreanos é menor ainda, porém, enquanto o brasileiro tem que se virar para que o salário seja "suficiente" para todas as suas necessidades, o salário do norte coreano é líquido, ou seja, é para gastar com supérfluos, pois os direitos fundamentais são gratuitos: não precisa pagar financiamentos, a perder de vista, como o "FIES" para a educação, o "Minha Casa, Minha Vida" para a moradia, o Plano de Saúde Privado para esperar semanas por uma consulta e horas para ser atendido, previdência privada, etc. Enquanto, no comunismo, o dinheiro é para comprar supérfluos, no capitalismo é para comprar direitos humanos (saúde, educação, moradia, aposentadoria, lazer, etc).
● Como o governo consegue dinheiro para paga-los? Primeiro é preciso entender como surgiu o dinheiro, exemplo fictício: fulano tem fome e beltrano tem alimento, então, beltrano contrata fulano para arar suas terras em troca de comida. Devido a abstração e complexidade de se mensurar o real valor do trabalho, criou-se o dinheiro para tentar representar esse valor. Portanto, beltrano dá o dinheiro (salário) para fulano com uma mão e recebe de volta com a outra mão quando fulano compra comida. Conclusão: o dinheiro circula dentro do país, do governo para o povo (salário) e do povo para o governo ao gastarem o salário nas empresas estatais.
● Como o governo consegue dinheiro para comprar produtos de fora? Tem que ter dólar, sendo assim, tem que exportar. A Coreia do Norte tem relações comerciais com vários países, um ótimo exemplo é a joint venture criada entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, um complexo industrial na cidade norte coreana de Kaesong [ 1 ]. Vantagens para a Coreia do Norte: recebe em dólar, emprega algo em torno de 50.000 funcionários, fica com parte da produção, entre outros. Vantagens para a Coreia do Sul: mão de obra mais barata pois não há encargos trabalhistas, afinal de contas, os benefícios já são todos oferecidos gratuitamente pelo regime comunista norte coreano. É mais ou menos, grardada as devidas proporções e diferenças, o mesmo raciocínio para as empresas que se instalam na China.
Curiosidade: no comunismo não há impostos, inflação e nem crises econômicas.
● Impostos: são cobrados pelos governos capitalistas para fazerem as obras e prestarem serviços, quando uma escola, hospital, estrada, etc, tem que ser construído, o governo local precisa fazer licitação e contratar, entenda pagar, uma empresa (burguês) para fazer a obra ou prestação de um serviço e/ou comprar matéria prima para esta obra, portanto, precisa conseguir dinheiro de algum lugar, ou seja, impostos. No comunismo, como todas as empresas são estatais, do próprio governo, não há licitação, não há pressão de burgueses no congresso para obras, nem cartéis pressionando os preços.
● Inflação: só existe no capitalismo, pois ela surge da pressão que as empresas da burguesia, ou seja, que o burguês faz sobre os preços, tornando refém toda uma sociedade. Os economistas dizem que surge por causa da "lei da oferta e procura", mentira, por exemplo, está faltando tomate porque choveu muito e estragou boa parte das plantações, o empresário que não foi prejudicado aproveita e aumenta os preços para lucrar mais, por outro lado, se a safra foi boa, há muito tomate sobrando, estragando e derrubando os preços, então, o empresário, simplesmente, destrói sua plantação para os preços voltarem a subir. Como no comunismo é tudo estatal, o governo é quem controla a demanda substituindo um produto em falta por outro em excesso.
● Crises Econômicas: segundo os próprios economistas capitalistas, isso não existe no comunismo, leia a matéria do economista e Ministro da Fazenda do Brasil, entre 1988 e 1989, Maílson da Nóbrega sobre o assunto clicando aqui. O que gera crises econômicas são os empréstimos e financiamentos bancários que, em um determinado momento, geram as conhecidas "bolhas" que nada mais são do que a incapacidade das pessoas de honrarem com seus compromissos, principalmente, por causa da concorrência predatória onde empresas melhores adaptadas atropelam as outras que quebram e demitem gerando desemprego e, consequentemente, inadimplência. Importante, aqui, é não confundir crise econômica com imprevistos causados por catástrofes climáticas ou os criminosos bloqueios econômicos feitos pelos Estados Unidos contra outros países.
● O trabalhador recebe salário? Sim, de fato, se comparado com o salário mínimo brasileiro (7ª maior economia do mundo), que é muito pouco, o dos norte coreanos é menor ainda, porém, enquanto o brasileiro tem que se virar para que o salário seja "suficiente" para todas as suas necessidades, o salário do norte coreano é líquido, ou seja, é para gastar com supérfluos, pois os direitos fundamentais são gratuitos: não precisa pagar financiamentos, a perder de vista, como o "FIES" para a educação, o "Minha Casa, Minha Vida" para a moradia, o Plano de Saúde Privado para esperar semanas por uma consulta e horas para ser atendido, previdência privada, etc. Enquanto, no comunismo, o dinheiro é para comprar supérfluos, no capitalismo é para comprar direitos humanos (saúde, educação, moradia, aposentadoria, lazer, etc).
● Como o governo consegue dinheiro para paga-los? Primeiro é preciso entender como surgiu o dinheiro, exemplo fictício: fulano tem fome e beltrano tem alimento, então, beltrano contrata fulano para arar suas terras em troca de comida. Devido a abstração e complexidade de se mensurar o real valor do trabalho, criou-se o dinheiro para tentar representar esse valor. Portanto, beltrano dá o dinheiro (salário) para fulano com uma mão e recebe de volta com a outra mão quando fulano compra comida. Conclusão: o dinheiro circula dentro do país, do governo para o povo (salário) e do povo para o governo ao gastarem o salário nas empresas estatais.
● Como o governo consegue dinheiro para comprar produtos de fora? Tem que ter dólar, sendo assim, tem que exportar. A Coreia do Norte tem relações comerciais com vários países, um ótimo exemplo é a joint venture criada entre a Coreia do Norte e a Coreia do Sul, um complexo industrial na cidade norte coreana de Kaesong [ 1 ]. Vantagens para a Coreia do Norte: recebe em dólar, emprega algo em torno de 50.000 funcionários, fica com parte da produção, entre outros. Vantagens para a Coreia do Sul: mão de obra mais barata pois não há encargos trabalhistas, afinal de contas, os benefícios já são todos oferecidos gratuitamente pelo regime comunista norte coreano. É mais ou menos, grardada as devidas proporções e diferenças, o mesmo raciocínio para as empresas que se instalam na China.
Curiosidade: no comunismo não há impostos, inflação e nem crises econômicas.
● Impostos: são cobrados pelos governos capitalistas para fazerem as obras e prestarem serviços, quando uma escola, hospital, estrada, etc, tem que ser construído, o governo local precisa fazer licitação e contratar, entenda pagar, uma empresa (burguês) para fazer a obra ou prestação de um serviço e/ou comprar matéria prima para esta obra, portanto, precisa conseguir dinheiro de algum lugar, ou seja, impostos. No comunismo, como todas as empresas são estatais, do próprio governo, não há licitação, não há pressão de burgueses no congresso para obras, nem cartéis pressionando os preços.
● Inflação: só existe no capitalismo, pois ela surge da pressão que as empresas da burguesia, ou seja, que o burguês faz sobre os preços, tornando refém toda uma sociedade. Os economistas dizem que surge por causa da "lei da oferta e procura", mentira, por exemplo, está faltando tomate porque choveu muito e estragou boa parte das plantações, o empresário que não foi prejudicado aproveita e aumenta os preços para lucrar mais, por outro lado, se a safra foi boa, há muito tomate sobrando, estragando e derrubando os preços, então, o empresário, simplesmente, destrói sua plantação para os preços voltarem a subir. Como no comunismo é tudo estatal, o governo é quem controla a demanda substituindo um produto em falta por outro em excesso.
● Crises Econômicas: segundo os próprios economistas capitalistas, isso não existe no comunismo, leia a matéria do economista e Ministro da Fazenda do Brasil, entre 1988 e 1989, Maílson da Nóbrega sobre o assunto clicando aqui. O que gera crises econômicas são os empréstimos e financiamentos bancários que, em um determinado momento, geram as conhecidas "bolhas" que nada mais são do que a incapacidade das pessoas de honrarem com seus compromissos, principalmente, por causa da concorrência predatória onde empresas melhores adaptadas atropelam as outras que quebram e demitem gerando desemprego e, consequentemente, inadimplência. Importante, aqui, é não confundir crise econômica com imprevistos causados por catástrofes climáticas ou os criminosos bloqueios econômicos feitos pelos Estados Unidos contra outros países.
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