A Coreia do Norte, o pequeno gigante, o último comunista a restar no planeta, sufocado, de forma criminosa, pelos Estados Unidos e pelo seu escritório avançado para assuntos internacionais: a ONU, vem encontrando, de forma surpreendente e inacreditável para muitos, meios de driblar o bloqueio internacional econômico covarde e o fim de seus parceiros do extinto bloco comunista e mostrando ao mundo que o comunismo faz milagres mesmo quando está pressionado.
Veja o surpreendente vídeo abaixo e se encante com a união do povo e as belas obras de lazer e infraestrutura, todas feitas pelos soldados das Forças Armadas, nada de ficar no quartel coçando o saco. No comunismo, os soldados são trabalhadores da construção civil, também. Outro detalhe: repare que todos, sem exceção, do trabalhador mais simples ao presidente, usam a mesma roupa feita pela mesma empresa têxtil, é um por todos e todos por um, nada de frescuras, extravagâncias e exibicionismos da burguesia com grifes capitalistas burguesas.
Quis o destino que o menor, o mais inesperado, imprevisto e isolado de todos os países comunistas do planeta permanecesse vivo para servir de exemplo ao mundo.
Nenhum banqueiro nas redondezas ficando bilionário sustentado pelo endividamento e empobrecimento do povo.
Nenhum empresário ou latifundiário por perto ficando bilionário sustentado pela exploração da mão de obra do povo.
Nenhuma mídia oligárquica na vizinhança ficando bilionária sustentada pela farsa da falsa idéia de uma mentirosa liberdade de expressão quando essa mesma mídia não está nas mãos do povo, ou seja, das comunidades carentes, dos trabalhadores, dos estudantes, etc.
Na Coreia do Norte não tem banqueiros, empresários ou latifundiários, isso significa que, se não há burguesia, não há financiamento (ou compra, se preferir) de políticos para que defendam (marionetes) os interesses dessa burguesia nos três poderes. Nem, por exemplo, compra de dirigentes sindicais para prejudicarem os trabalhadores. Isso sem falar no assassinato de sindicalistas, políticos e, até mesmo, integrantes do judiciário, como juízes e promotores.
Na Coreia do Norte, assim como acontecia nos países comunistas, há, SIM, eleições diretas. Porém, com uma DIFERENÇA crucial em relação a farsa do sistema eleitoral no capitalismo: é o povo quem escolhe os candidatos que irão disputar as eleições e não os partidos políticos e o dinheiro da burguesia. Essa escolha é feita entre os colegas de trabalho nas fábricas, nas empresas, nas universidades, nas associações de bairros, nas fazendas coletivas, nas Forças Armadas, etc. O sistema pluripartidário ("sopinha de letras") dos regimes capitalistas só serve para confundir o eleitor e, assim, engana-lo com a farsa da ditadura do capital camuflada de democracia. As diferentes correntes de idéias e pensamentos não precisam ficar divididas em vários partidos, mesmo porque, no capitalismo, essas diferenças são encontradas dentro de um mesmo partido.
O atual presidente da Coreia do Norte, assim como, todos os políticos e os presidentes que o antecederam, foram eleitos e reeleitos democraticamente. Mais detalhes, clique aqui.
Detalhe importantíssimo: como no comunismo não há burguesia (banqueiros, empresários e latifundiários), não há conflitos de interesses, não há conflitos patrão versus empregado, não há jogos de interesses e corrupção entre o público e o privado, não há muito o que se fazer no parlamento, isso significa que a maioria dos políticos passam a maior parte do ano trabalhando em suas profissões ordinárias e só se reúnem em ocasiões especiais, alguns dias do ano para debaterem assuntos de interesse do povo, discutirem novos projetos e aprovarem novas obras. Só permanecem em atividade política alguns deles, entre eles o presidente, para acompanharem a execução de obras e questões relacionadas à segurança nacional. Vagabundagem legislativa só no capitalismo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário